De cabelos hederosos Dioniso mui clamoroso começo a cantar,
De Zeus e Sêmele mui gloriosa o esplêndido filho,
a ele nutriam ninfas de belos cabelos, do pai soberano
acolhendo-o em seus seios e solícitas criaram-no
nas grutas do Nisa: ele crescia por paterna vontade
em olente antro, contabilizado entre os imortais
Mas depois que as Deusas o nutriram multi-hineado
aí então ele vagava por arbóreos vales
coberto de hera e louro; junto seguiam
as ninfas, ele lidera: frêmito toma a inefável selva.
Também assim, tu, salve, ó multicacheado Dioniso
dá-nos com alegria às estações ir uma vez
e das estações vir outra vez por muitos anos.
Tradução: Rafael Brunhara
quarta-feira, dezembro 15, 2010
Hino Homérico XXI: A Apolo
Febo se a ti até o cisne com canoras asas canta
ao monte lançando-se das margens do rodopiante rio
Peneu, também a ti o aedo portando a lira canora
de doce voz canta no princípio e no fim.
Também assim, tu, salve, soberano: propicio-te com o canto.
Tradução: Rafael Brunhara
ao monte lançando-se das margens do rodopiante rio
Peneu, também a ti o aedo portando a lira canora
de doce voz canta no princípio e no fim.
Também assim, tu, salve, soberano: propicio-te com o canto.
Tradução: Rafael Brunhara
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Hino Homérico XXVIII: A Atena
Palas Atena ilustre Deusa começo a cantar,
a Glaucópida multiversátil que tem um coração sem doçuras;
virgem venerável protetora de cidades poderosa
Tritogênia, que o próprio Zeus próvido engendrou
de sua insigne cerviz, armas de guerra portando
áureas, omniluzentes. Vendo-a, reverência tomou
os imortais: diante de Zeus Egífero
impetuosamente irrompeu de sua imortal cabeça
brandindo pontiaguçado dardo: retumbou o vasto Olimpo
terrívelmente pela força da Glaucópida. A terra ao redor
temívelmente gritou, moveu-se então o alto mar
com purpúreas vagas agitado, conteve-se a água
de repente: o esplêndido filho de Hipérion manteve
seus corcéis celerípedes até que a donzela
tomasse dos ombros imortais as deiformes armas,
Palas Atena! Alegrou-se Zeus próvido.
Também assim, tu, salve, filha de Zeus Egífero
Depois eu também te lembrarei em outro canto.
Tradução: Rafael Brunhara
a Glaucópida multiversátil que tem um coração sem doçuras;
virgem venerável protetora de cidades poderosa
Tritogênia, que o próprio Zeus próvido engendrou
de sua insigne cerviz, armas de guerra portando
áureas, omniluzentes. Vendo-a, reverência tomou
os imortais: diante de Zeus Egífero
impetuosamente irrompeu de sua imortal cabeça
brandindo pontiaguçado dardo: retumbou o vasto Olimpo
terrívelmente pela força da Glaucópida. A terra ao redor
temívelmente gritou, moveu-se então o alto mar
com purpúreas vagas agitado, conteve-se a água
de repente: o esplêndido filho de Hipérion manteve
seus corcéis celerípedes até que a donzela
tomasse dos ombros imortais as deiformes armas,
Palas Atena! Alegrou-se Zeus próvido.
Também assim, tu, salve, filha de Zeus Egífero
Depois eu também te lembrarei em outro canto.
Tradução: Rafael Brunhara
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