Ciprogênia Citereia cantarei, que aos mortais
dons melífluos concede: na desejável face
sempre sorri e percorre-lhe a flor do desejo.
Salve, Deusa, de Salamina bem-construída a guardiã
e de toda a Chipre: Concede-me a desejosa canção.
E depois também de ti me lembrarei em outra canção.
Trad. Rafael Brunhara
quinta-feira, agosto 27, 2009
Hino Homérico XIII: A Deméter
Deméter de bela coma sacra Deusa começo a cantar,
ela mesma e sua filha super-bela Perséfone.
Salve, Deusa, esta cidade guarda, principia o canto.
Trad. Rafael brunhara
ela mesma e sua filha super-bela Perséfone.
Salve, Deusa, esta cidade guarda, principia o canto.
Trad. Rafael brunhara
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quarta-feira, agosto 26, 2009
Hino Homérico XVIII: A Hermes
Hermes celebro, Cilênio Argicida
De Cilene guardião e Arcádia de mil rebanhos
núncio de imortais próvido que Maia
filha de Atlas a Zeus em amor unida venerável
engendrou: de venturosos Deuses evita companhia
habitando antro umbroso, onde Cronida
à ninfa de belas tranças unia-se no apogeu da noite
enquanto doce sono tinha à Hera bracinívea,
oculto a Deuses imortais e homens mortais.
[Assim saúdo-te, Filho de Zeus e Maia
Ao principiar por ti, passarei a outro hino.]
Salve, Hermes caridoso Mensageiro dador de bens.
De Cilene guardião e Arcádia de mil rebanhos
núncio de imortais próvido que Maia
filha de Atlas a Zeus em amor unida venerável
engendrou: de venturosos Deuses evita companhia
habitando antro umbroso, onde Cronida
à ninfa de belas tranças unia-se no apogeu da noite
enquanto doce sono tinha à Hera bracinívea,
oculto a Deuses imortais e homens mortais.
[Assim saúdo-te, Filho de Zeus e Maia
Ao principiar por ti, passarei a outro hino.]
Salve, Hermes caridoso Mensageiro dador de bens.
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