1.
Jamais, Cirno, profiras palavra arrogante; pois ninguém sabe
o que a noite e o dia proporcionam a um homem [Teognidea, vv.159-160]
2.
Que jamais um novo cuidado me apareça
que não a virtude e a sabedoria; antes, mantendo
só esse cuidado para sempre
possa eu regozijar-me com a lira, a dança e o canto,
e entre os bons conservar meu nobre espírito [Teognidea,vv. 789-793]
3.
Aos bons, uns criticam demais, outros elogiam;
dos maus, nenhuma lembrança fica.
Entre os homens, sobre a terra, irrepreensível ninguém é;
mas, melhor, se não chamar a atenção da turba. [Teognidea,vv. 796-800]
[Traduções: Daisi Malhadas e Maria Helena da Moura Neves]
segunda-feira, dezembro 17, 2007
domingo, dezembro 16, 2007
Safo - fr.170
Morrer é um mal – assim decidiram os deuses
eles que não morrem.
[Tradução: Joaquim Brasil Fontes]
eles que não morrem.
[Tradução: Joaquim Brasil Fontes]
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Safo
Xenófanes de Colófon - Fr.2 Diehl
Mas se alguém alcançar a vitória com a velocidade
dos pés, ou do pentatlo, - onde fica o santuário de Zeus,
junto das águas de Pisa, em Olímpia - ou na luta,
ou porque sabe a arte dolorosa do pugilato,
ou ainda num concurso terrível chamado o pancrácio
será mais ilustre à vista dos seus concidadãos
terá o lugar de honra mais aparatoso nos jogos,
e alimentação a expensas públicas
da sua cidade, e uma dádiva, que será para ele um tesouro.
E se ganhar com cavalos, tudo isto ele obterá,
sem ser tão digno como eu. Pois melhor do que a força
dos homens e corcéis é a nossa sabedoria.
É isso um modo de pensar leviano e não é justo,
preferir a força à notável sabedoria.
Pois nem que vivesse entre o povo um notável pugilista,
ou um homem hábil no pentatlo ou na luta,
ou na corrida, que tem a preferência,
e tantos atos de força demonstrasse no combate,
nem por isso a cidade estaria em melhor ordem.
Pequeno prazer seria para a urbe
alguém que vencesse nas provas das margens do Pisa.
Pois não é isso que enche os cofres da cidade.
[Tradução de Maria Helena da Rocha Pereira]
dos pés, ou do pentatlo, - onde fica o santuário de Zeus,
junto das águas de Pisa, em Olímpia - ou na luta,
ou porque sabe a arte dolorosa do pugilato,
ou ainda num concurso terrível chamado o pancrácio
será mais ilustre à vista dos seus concidadãos
terá o lugar de honra mais aparatoso nos jogos,
e alimentação a expensas públicas
da sua cidade, e uma dádiva, que será para ele um tesouro.
E se ganhar com cavalos, tudo isto ele obterá,
sem ser tão digno como eu. Pois melhor do que a força
dos homens e corcéis é a nossa sabedoria.
É isso um modo de pensar leviano e não é justo,
preferir a força à notável sabedoria.
Pois nem que vivesse entre o povo um notável pugilista,
ou um homem hábil no pentatlo ou na luta,
ou na corrida, que tem a preferência,
e tantos atos de força demonstrasse no combate,
nem por isso a cidade estaria em melhor ordem.
Pequeno prazer seria para a urbe
alguém que vencesse nas provas das margens do Pisa.
Pois não é isso que enche os cofres da cidade.
[Tradução de Maria Helena da Rocha Pereira]
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