que vida sem o consolo
de afrodite - ouro e crisólitos!
melhor morrer quando não mais
o mel do prazer a cripta
do amor furtivo a cama
me disserem: ama!
(Tradução de Haroldo de Campos)
Outra tradução: Antônio Medina Rodrigues
sexta-feira, outubro 12, 2007
Safo: gênese do poema
vem
lira quelônia
divina:
vira
sompoema
(Tradução: Haroldo de Campos)
lira quelônia
divina:
vira
sompoema
(Tradução: Haroldo de Campos)
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Safo
Safo 5
Morto o doce adônis
e agora citeréia
que nos resta?
lacerai os seios donzelas
dilacerai as túnicas
(Tradução Haroldo de Campos)
e agora citeréia
que nos resta?
lacerai os seios donzelas
dilacerai as túnicas
(Tradução Haroldo de Campos)
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